segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Piadas das dificuldades de ser Cego
Vejam gente, é muito bom!
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quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Altas Habilidades
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Altas Habilidades / Superdotação
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Olá, hoje à tarde participei de um Seminário de Educação Especial e a Pauta do dia era Alunos com Altas Habilidades/Superdotados, falando francamente, não conhecia, nem havia pesquisado nada sobre o assunto e me deparei com uma realidade que para nós que pouco conhecemos parece fácil, mas vejo quão grande é o sofrimento dessa criança ao não ser compreendida, não dignosticada ou mesmo quando diagnosticada cobrada demais; o que acaba tirando todo o prazer que tem em suas áreas de interesse. Bom, fica aí um modelo de como atender, a quem recorrer caso tenha um aluno com essa particularidade.
Como atender alunos com altas habilidades
Crianças superdotadas também precisam de atendimento especializado.
Saiba como agir com esse público
Trabalhar com alunos com altas habilidades requer, antes de tudo, derrubar dois mitos. Primeiro: esses estudantes, também chamados de superdotados, não são gênios com capacidades raras em tudo - só apresentam mais facilidade do que a maioria em determinadas áreas. Segundo: o fato de eles terem raciocínio rápido não diminui o trabalho do professor. Ao contrário, eles precisam de mais estímulo para manter o interesse pela escola e desenvolver seu talento - se não, podem até se evadir.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) calcula que pelo menos 5% da população tem algum tipo de alta habilidade. No Brasil, até o ano passado, haviam sido identificados 2,5 mil jovens e crianças assim. Para dar um atendimento mais qualificado a esse público, o Ministério da Educação (MEC) criou em 2005 Núcleos de Atividades de Altas Habilidades/Superdotação em todos os estados. Apesar de ainda pouco estruturados, esses órgãos que têm o papel de auxiliar as escolas quando elas reconhecem alunos com esse perfil em suas salas de aula (saiba como buscar ajuda no quadro abaixo).
No Distrito Federal, tal serviço existe desde 1976 - razão pela qual a identificação de jovens com altas habilidades, embora ainda pequena, seja a maior do país. "Aprendi na prática que a superdotação é democrática e pode ocorrer em qualquer aluno, em qualquer local ou classe social e até naquele com alguma limitação física ou psíquica", afirma a atual coordenadora do projeto no Distrito Federal, Olzeni Leite Costa Ribeiro.
Assim como os estudantes diagnosticados com algum tipo de deficiência, os que têm altas habilidades precisam de uma flexibilização da aula para que suas necessidades particulares sejam atendidas, o que os coloca como parte do grupo que tem de ser incluído na rede regular de ensino. "O que devemos oferecer a eles são desafios", resume a presidente do Conselho Brasileiro de Superdotação, Susana Graciela Pérez Barrera Pérez.
Onde buscar ajuda
O superdotado pode ter qualquer perfil, do mais bagunceiro ao braço direito da professora, passando pelo tímido. O que o torna diferente é a habilidade acima da média em uma área específica do conhecimento. Isso pode ter razões genéticas ou ter sido moldado pelo ambiente em que o aluno vive. Raramente, os superdotados têm múltiplas habilidades. Portanto, uma boa pista para encontrá-los é reparar no desempenho e no interesse muito maiores por um determinado assunto.
O professor deve desconfiar de estudantes com vocabulário avançado, perfeccionistas, contestadores, sensíveis a temas mais abordados por adultos e que não gostem de rotina. O Ministério da Educação montou um formulário com 24 frases que ajudam a identificar estudantes assim (confira a lista no quadro "Como identificar a superdotação"). Se você reconhece um de seus alunos como possível superdotado, procure o Núcleo de Atividades de Altas Habilidades/Superdotação na Secretaria de Educação de seu estado.
Os núcleos têm a obrigação de indicar uma psicopedagoga para avaliar se a criança ou o jovem têm mesmo uma alta habilidade - e encaminhá-lo ao programa oficial de estímulo, com atividades extraclasse e orientações para o professor e a família. Instituições não governamentais também apoiam professores e familiares que procuram ajuda para desenvolver talentos. Alguns exemplos são o Instituto Rogério Sternberg, no Rio de Janeiro, e o Núcleo de Apoio às Pessoas com Necessidades Especiais da Universidade Federal do Paraná.
Trabalho requer estratégias diversificadas e apoio externo
A professora Lucyana de Araújo Domingues de Andrade tem três superdotadas entre seus 35 alunos da Escola Classe 106 Norte, em Brasília. Beatriz foi identificada com altas habilidades em artes na 1ª série. Laura Helena teve a superdotação em conhecimentos gerais reconhecida quando estava na 2ª. E, este ano, Lucyana percebeu que Daniele tem interesse e capacidade acima da média em todas as disciplinas. Como o Distrito Federal conta com salas de recursos disponíveis na rede pública, as meninas têm acesso duas vezes por semana a atividades de estímulo no contraturno, o que não significa que deem mais sossego à professora.
"São ótimas alunas e, por isso mesmo, me dão mais trabalho do que os colegas", diz. Segundo ela, Beatriz chama a atenção quando faz atividades artísticas e as outras duas perguntam o tempo todo, lembram de detalhes de conteúdo antigo e são muito rápidas na execução de trabalhos. "Terminam em poucos minutos exercícios que entretêm a turma por duas horas", diz. Para mantê-las instigadas, Lucyana chega a dar quatro atividades a mais.
Em Matemática, por exemplo, ela usa folhetos de supermercado para trabalhar as quatro operações. Quando as meninas terminam, pede que aprofundem as questões, pensem como ficaria a conta se houvesse uma promoção ou quais produtos um cliente teria de deixar de comprar se tivesse menos dinheiro do que o valor final. Em Português, todos leram a fábula A Cigarra e a Formiga, de La Fontaine. Em seguida, escreveram os possíveis diálogos dos personagens - e as meninas com altas habilidades foram além. "Perguntei se hoje a cigarra poderia ganhar dinheiro cantando. E elas fizeram uma história a mais."
Lucyana também promove a integração ao pedir que as alunas auxiliem os que têm menor nível de conhecimento. "Às vezes, por explicar com a mesma linguagem infantil, elas conseguem bons resultados ou, pelo menos, percebem que cada um tem uma maneira de aprender", diz. Fora tudo isso, a sala dispõe de um varal de livros, para ser lidos nos intervalos ou quando alguém acaba a atividade antes que os outros. "A maioria pega os exemplares mais ilustrados para folhear. Elas não: leem livros que seriam para crianças mais velhas", conta.
Os superdotados não são iguais e se dividem em vários perfis
Especialistas ressaltam que nem sempre esses alunos são os mais comportados (leia mais no quadro abaixo) e explicam que as altas habilidades são divididas em seis grandes blocos:
- Capacidade Intelectual Geral
Crianças e jovens assim têm grande rapidez no pensamento, compreensão e memória elevadas, alta capacidade de desenvolver o pensamento abstrato, muita curiosidade intelectual e um excepcional poder de observação.
- Aptidão Acadêmica Específica
Nesse caso, a diferença está em: concentração e motivação por uma ou mais disciplinas, capacidade de produção acadêmica, alta pontuação em testes e desempenho excepcional na escola.
- Pensamento Criativo
Aqui se destacam originalidade de pensamento, imaginação, capacidade de resolver problemas ou perceber tópicos de forma diferente e inovadora.
- Capacidade de Liderança
Alunos com sensibilidade interpessoal, atitude cooperativa, capacidade de resolver situações sociais complexas, poder de persuasão e de influência no grupo.
- Talento Especial para Artes
Alto desempenho em artes plásticas, musicais, dramáticas, literárias ou cênicas, facilidade para expressar ideias visualmente, sensibilidade ao ritmo musical.
- Capacidade Psicomotora
A marca desses estudantes é o desempenho superior em esportes e atividades físicas, velocidade, agilidade de movimentos, força, resistência, controle e coordenação motora fina e grossa.
Mau comportamento pode ser sinal
O histórico escolar de Louis Pasteur, Albert Einstein, Walt Disney e Isaac Newton costuma chocar quem espera um comportamento "exemplar". O francês responsável pelas primeiras vacinas era mau aluno, especialmente em Química. O alemão que elaborou a Teoria da Relatividade fugia das aulas de Matemática. O americano que criou um império do entretenimento foi reprovado em Arte. E, durante a infância, o cientista inglês que primeiro percebeu a gravidade teve de ser educado pela mãe porque foi expulso da escola. Hoje, ninguém duvida de que os quatro eram superdotados, o que ajuda a entender que nem sempre alunos assim são os mais interessados e bem comportados em sala de aula.
O estudante com altas habilidades costuma ter um interesse tão grande por uma das disciplinas que acaba negligenciando as demais. A facilidade de expressar-se, por exemplo, pode ser usada para desafiar o professor e os colegas. Mesmo os mais aplicados dificultam a aula ao monopolizar a atenção. Muitos não querem trabalhar em grupo por não entender o ritmo "mais lento" dos colegas. A descoberta das altas habilidades é o primeiro passo para melhorar esses comportamentos. Primeiro, porque muda o olhar do professor. E também porque o próprio jovem passa a aceitar melhor as diferenças.
Diagnóstico é complexo e depende da atenção do docente
Mesmo nos casos em que não há a certeza de que o estudante tem altas habilidades, o estímulo do professor é bem-vindo. Foi o que pensou Sandra Nogueira quando percebeu o talento de Guilherme Oliveira de Souza, seu aluno da 7ª série da EE Odylo de Brito Ramos, em Teresina. Ela passava pelas fileiras quando notou um desenho muito bom no caderno. "Vi que ele tinha feito um em cada página. Era o conteúdo das aulas na frente e um desenho no verso."
Ela conversou com o garoto, tido como desinteressado pela maioria dos professores, e percebeu sua paixão por imagens. Nas semanas seguintes, apresentou materiais especiais, como pastel a óleo, bico de pena, nanquim e papel apropriado para desenho. "Ele aprendeu vários estilos", conta. Em História da Arte, Guilherme também se destaca. Quando Sandra pede um exemplo de pintura da fase que está sendo estudada, todos colam figuras recortadas - Guilherme reproduz. Em Ciências, ele ajudou a todos ao desenhar em uma parede uma grande flor decomposta, com todas as suas partes (veja foto acima).
Recentemente, quando o Núcleo de Atividades de Altas Habilidades do Piauí esteve na escola e pediu aos educadores que ficassem atentos à possibilidade de alguns alunos terem altas habilidades, a professora indicou o garoto (que havia chegado até a 7ª série sem ser descoberto). "Agora, os colegas comentam que ele tem estado mais presente também nas outras disciplinas", afirma ela.
Denise Fleith, professora do Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília (Unb), tem pós-doutorado em altas habilidades no Reino Unido e é formadora de novos especialistas no Brasil. Ela também defende a criação de salas de recurso e acredita que o professor da classe regular pode contribuir com o enriquecimento do currículo. "Ele pode e deve apresentar ao aluno caminhos para o desenvolvimento de seu potencial, desde materiais para pesquisa até contatos de estudiosos dos assuntos."
Como identificar a superdotação
Reserve alguns minutos para listar os nomes dos alunos que logo vêm à sua mente quando você lê as descrições abaixo. Utilize essa lista (preparada pelo MEC) como uma "associação livre" e de forma rápida. É provável que você encontre mais do que um estudante em cada item. Quem exibir consistentemente vários dos comportamentos tem fortes chances de apresentar altas habilidades.
1 Aprende fácil e rapidamente.
2 É original, imaginativo, criativo, não convencional.
3 Está sempre bem informado, inclusive em áreas não comuns.
4 Pensa de forma incomum para resolver problemas.
5 É persistente, independente, autodirecionado (faz coisa sem que seja mandado).
6 Persuasivo, é capaz de influenciar os outros.
7 Mostra senso comum e pode não tolerar tolices.
8 Inquisitivo e cético, está sempre curioso sobre o como e o porquê das coisas.
9 Adapta-se com bastante rapidez a novas situações e a novos ambientes.
10 É esperto ao fazer coisas com materiais comuns.
11 Tem muitas habilidades nas artes (música, dança, desenho etc.).
12 Entende a importância da natureza (tempo, Lua, Sol, estrelas, solo etc.).
13 Tem vocabulário excepcional, é verbalmente fluente.
14 Aprende facilmente novas línguas.
15 Trabalhador independente.
16 Tem bom julgamento, é lógico.
17 É flexível e aberto.
18 Versátil, tem múltiplos interesses, alguns deles acima da idade cronológica.
19 Mostra sacadas e percepções incomuns.
20 Demonstra alto nível de sensibilidade e empatia com os outros.
21 Apresenta excelente senso de humor.
22 Resiste à rotina e à repetição.
23 Expressa ideias e reações, frequentemente de forma argumentativa.
24 É sensível à verdade e à honra.
Quer saber mais?
CONTATOS
EE Odylo de Brito Ramos, Av. Gibraltar, s/n, 64077-450, Teresina, PI, tel. (86) 4141-1146 begin_of_the_skype_highlighting (86) 4141-1146 end_of_the_skype_highlighting
Escola Classe 106 Norte, SQN 106 Norte, 70742-000, Brasília, DF,tel. (61) 3901-7520 begin_of_the_skype_highlighting (61) 3901-7520 end_of_the_skype_highlighting
Susana Graciela Pérez Barrera Pérez
BIBLIOGRAFIA
Educação Especial: em Direção à Educação Inclusiva, Claus Dieter Stobäus e Juan José Mouriño Mosquera, 274 págs., Edipucrs, tel. (51) 3320-3711 begin_of_the_skype_highlighting (51) 3320-3711 end_of_the_skype_highlighting, 24 reais
INTERNET
Texto Altas Habilidade/Superdotação: Encorajando Potenciais, de Angela M. R. Virgolim
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Projeto África
ÁFRICA EM ATOS.
DESVENDE ESSE CONTINENTE COM AS CRIANÇAS A PARTIR DE ATIVIDADES LÚDICAS E CULTURALMENTE ENRIQUECEDORAS.
A CULTURA BRASILEIRA NÃO SERIA A MESMA SEM A PARTICIPAÇÃO DOS NEGROS, QUE VIERAM DA ÁFRICA E FORAM ESCRAVIZADOS NA ÉPOCA DO BRASIL COLÔNIA. POR ISSO, TRAZER ELEMENTOS DA CULTURA DESSE CONTINENTE PARA A SALA DE AULA É FUNDAMENTAL A FIM DE QUE AS CRIANÇAS RECONHEÇAM A CONTRIBUIÇÃO AFRICANA PARA O PAÍS.
IDADE: DE
OBJETIVOS:
· TRABALHAR A LEITURA E A ESCRITA;
· CONHECER OS ELEMENTOS DA CULTURA AFRICANA.
· CONHECER A GEOGRAFIA DO CONTINENTE AFRICANO;
· PESQUISAR OS ANIMAIS AFRICANOS E SEU HABITAT, SUA ALIMENTAÇÃO, ETC.
· MELHORAR NOSSA ORALIDADE UTILIZANDO A CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS;
· CONFECCIONAR BONECAS E FANTOCHES.
· ENCENAR UMA HISTÓRIA AFRICANA.
OBRIGATÓRIO
COM A APROVAÇÃO DA LEI N. 10.639, DE 2003, QUE TORNA OBRIGATÓRIO O ESTUDO DA HISTÓRIA E DA CULTURA AFRO-BRASILEIRAS, AS ESCOLAS DEVEM INCLUIR A TEMÁTICA
O PROJETO
1º ATO: O CONTINENTE
1. TRAZER PARA SALA, UM MAPA DO CONTINENTE AFRICANO E EXPLORÁ-LO, JUNTO COM O GRUPO. DISCUTIR A QUANTIDADE E O TAMANHO DOS PAÍSES, OS MARES E OCEANOS QUE O CIRCUNDAM, ETC.
2. SELECIONAR INFORMAÇÕES IMPORTANTES E ALGUMAS CURIOSIDADES SOBRE O CONTINENTE E APRESENTAR À TURMA. SUGESTÃO: LIVRO “AO SUL DA ÁFRICA”, DE LAURENCE QUANTIN (COMPANHIA DAS LETRINHAS).
3. ESCOLHER UM CONTO AFRICANO PARA SER O FIO CONDUTOR DO PROJETO. SUGESTÃO DE LIVROS: “A SEMENTE QUE VEIO DA ÁFRICA”, DE HELOISA PIRES LIMA (EDITORA SALAMANDRA), “CONTOS AFRICANOS PARA CRIANÇAS BRASILEIRAS E OUTROS CONTOS PARA CRIANÇAS BRASILEIRAS”, DE ROGÉRIO ANDRADE BARBOSA (EDITORA PAULISTA). OU CONTAR A HISTÓRIA “AS TRANÇAS DE BINTOU”, DE SYLVIANE A. DIOUF (EDITORA COSAC & NAIFY). PERGUNTAR AOS ALUNOS SE ELES SABEM ALGO MAIS SOBRE O CONTINENTE E ANOTAR ESSES DADOS NO QUADRO OU
2º ATO: OS ANIMAIS
1. LEVAR IMAGENS DE ANIMAIS AFRICANOS E MOSTRÁ-LOS À TURMA.
2. ESCREVER,
3. PROPOR A ESCOLHA DE UM DOS ANIMAIS E UMA PESQUISA SOBRE ELE, DESTACANDO SUAS CURIOSIDADES.
4. COM AS INFORMAÇÕES PESQUISADAS, ELES ELABORARÃO CARTAZES, QUE SERÃO EXPOSTOS PELOS CORREDORES DA ESCOLA PARA DIVULGAR O PROJETO.
3º ATO: O CONTO
1. FAZER A LEITURA DE UM CONTO AFRICANO E CRIAR UM MOMENTO ONDE AS CRIANÇAS IRÃO RECONTAR A HISTÓRIA E POSSIVELMENTE MUDAR O FINAL, ENQUANTO O PROFESSOR FAZ A ANOTAÇÃO DA ATIVIDADE ORAL.
2. PROPOR UMA REVISÃO DO TEXTO COLETIVO SUBSTITUINDO O USO EXCESSIVO DE "E", "AI", "ENTÃO", ETC, POR CONECTIVOS MAIS ADEQUADOS À LINGUAGEM ESCRITA, AFIM DE MELHORAR NOSSA PRODUÇÃO ESCRITA E ADEQUAR NOSSA ORALIDADE.
3. MOSTRAR ALGUMAS IMAGENS DO CONTO E EXPLICAR AOS ALUNOS QUE DEVEM ESCREVER O TRECHO QUE ELAS REPRESENTAM.
4. ELABORAR CRUZADINHAS COM OS PERSONAGENS DA HISTÓRIA E ENTREGAR PARA AS CRIANÇAS COMPLETAREM; OU ALGUMAS PARTES DO TEXTO PODEM SER COPIADAS DEIXANDO ALGUMAS LACUNAS AFIM DE QUE OS ALUNOS AS PREENCHAM.
4º ATO: AS BONECAS.
1. LER PARA A CLASSE O TEXTO INFORMATIVO SOBRE AS TRADICIONAIS BONECAS AFRICANAS.
2. PROPOR OFICINAS PARA A CONFECÇÃO DE ALGUMAS DELAS.
5º ATO: AS MÁSCARAS E AS ROUPAS.
1.EXPLICAR QUE A TURMA IRÁ MONTAR UMA PEÇA TEATRAL SOBRE O CONTO REESCRITO, COM BASE NOS LIVROS SUGERIDOS, PARA O ENCERRAMENTO DO PROJETO.
2. INICIAR AS ATIVIDADES COM A APRESENTAÇÃO DE FOTOS DA POPULAÇÃO AFRICANA PARA QUE AS CRIANÇAS OBSERVEM AS VESTIMENTAS E OS ACESSÓRIOS USADOS NO COTIDIANO.
3. PROPOR A CONFECÇÃO DE "PANOS", QUE SERÃO ENROLADOS NO CORPO DAS CRIANÇAS PARA REPRESENTAREM O CONTO.
4. ENTREGAR UM TEXTO INFORMATIVO SOBRE AS MÁSCARAS AFRICANAS E LER COLETIVAMENTE.
5. SUGIRIR A CONFECÇÃO DE MÁSCARAS AFRICANAS.
6. EM DUPLAS, SOLICITAR QUE OS ALUNOS ESCREVAM UMA LISTA DO QUE PRECISAM PARA A ENCENAÇÃO.
7. ELABORAR, EM CONJUNTO, COMO SERÃO OS CENÁRIOS DA PEÇA, OS ADEREÇOS E AS VESTIMENTAS.
6º ATO: A ARTE
1. MOSTRAR À CLASSE OBRAS DE ARTE SOBRE A ÁFRICA.
2. FAZER UMA RELEITURA DE ALGUMAS DESSAS OBRAS COM DESENHOS E REPRESENTAÇÕES.
3. FOTOGRAFAR AS RELEITURAS E EXPOR NO DIA DA APRESENTAÇÃO. (PEDIR PARA OS ALUNOS ESCREVEREM LEGENDAS PARA ELAS).
7º ATO: O TEATRO
1. LER NOVAMENTE O CONTO QUE SERÁ ENCENADO E INICIE OS ENSAIOS. (PARA QUE ENTREM AINDA MAIS NO CLIMA, APRESENTAR MÚSICAS INFANTIS POPULARES, COMO AS DO CD AFRICAN PLAYGROUND).
2. PRODUZIR UM CONVITE SOBRE A EXPOSIÇÃO E O TEATRO E ENTREGUE-LOS ÁS OUTRAS TURMAS.
3. ORGANIZAR, COM OS ALUNOS, DE QUE MANEIRA OS TRABALHOS REALIZADOS FICARÃO EXPOSTOS.
4. DEPOIS DA APRESENTAÇÃO, REALIZAR UMA PRODUÇÃO TEXTUAL, EM DUPLAS, DE TEXTOS INFORMATIVOS SOBRE O CONHECIMENTO OBTIDO COM O PROJETO.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Africanidades
LEI FEDERAL N° 10.639/2003 - DETERMINA A OBRIGATORIEDADE DO ENSINO DA HISTÓRIA E DA CULTURA AFRO-BRASILEIRA E AFRICANA NOS CURRÍCULOS ESCOLARESHistória e Cultura Africanas e Afro-brasileiras
http://portal.mec.gov.br/secad/arquivos/pdf/anti_racista.pdf
Embora tenha sido pouco publicado na grande mídia, a lei no 10.639, de 9 de Janeiro de 2003, foi sancionada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, tornando obrigatório o ensino sobre História e Cultura Africanas e Afro-brasileiras nos estabelecimentos de Educação Básica, oficiais e particulares.
A lei é uma medida de luta contra o racismo intrínseco à sociedade brasileira e visa romper com o estigma de superioridade racial do branco sobre o negro, reproduzido por gerações. Assim, o preconceito positivo foi instituído como matéria obrigatória nas salas de aula, para criar um ambiente de debate nas escolas publicas e privadas, induzindo o olhar crítico da abolição da escravatura e da relevância do fenômeno da escravidão e como isto afeta a sociedade brasileira na contemporaneidade. Assim, “as distorções conseqüentes desse ponto de vista só podem ser corrigidas com políticas diferencialistas que viabilizem de alguma forma a alteração da qualidade das relações raciais” (MEC).
Uma das grandes dificuldades para a implementação desta lei é a falta de professores especializados para lecionar esta matéria, que não necessariamente precisam ser historiadores, mas geógrafos, filósofos, antropólogos, sociólogos, entre outras formações na área das humanidades.
Uma proposta de padronização do ensino da historia da áfrica segue a metodologia proposta pelas diretrizes da lei, na quais como exemplo, deverão ser aplicadas às aulas:
PERÍODO RESSURGENTE (1500 – 1870)
Aparição, apogeu e declínio dos Estados agro-burocráticos ressurgentes nos diferentes espaços civilizatórios (Kongo, Oyo, Walo, Tekrur, Macina, Segu, Kayor, Diolof, KwaZulu, Buganda, Bunyoro...).
A dominação imperial européia e o tráfico escravista transoceânico pelo atlântico (séculos XV-XIX).
PERÍODO COLONIAL (1870 – 1960)
A destruição pela Europa dos Estados agro-burocráticos ressurgentes e a colonização do continente africano.
O processo de subdesenvolvimento do continente africano pela Europa e o surgimento da supremacia planetária do mundo ocidental.
As lutas dos povos africanos pela descolonização do continente e o surgimento da ideologia pan-africanista na África e nas diásporas africanas.
PERÍODO CONTEMPORÂNEO (A PARTIR DE 1960)
Do sonho libertacionista ao pesadelo neo-colonialista.
As independências políticas africanas: a decapitação política da África e a implantação do neo-colonialismo ocidental.
A África em crise I: as elites vassalas.
A África em crise II: os conflitos entre nações.
O futuro da África: globalização neoliberal ou invenção de uma via alternativa africana?
DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA:
No dia 20 de novembro, aniversário da morte de Zumbi dos Palmares, comemora-se o Dia Nacional da Consciência Negra.
Essa é uma data oportuna para se promover um maior conhecimento sobre as comunidades quilombolas que ainda existem no Brasil, levando o tema até a sala de aula.
Convidamos os educadores e educadoras a visitar o sítio-eletrônico Comunidades Quilombolas www.cpisp.org.br/comunidades que apresenta em linguagem didática quem são e como vivem as comunidades dos descendentes dos quilombos.
Outros sítios eletrônicos do Ensino da História e Cultura Afro-Brasileira e Africana:
Ministério da Educação: http://www.ensinoafrobrasil.org.br/portal/
Ministério da Cultura - Fundação Cultural Palmares: http://www.palmares.gov.br/
Centro de estudos afro-orientais da Universidade Federal da Bahia: http://www.ceao.ufba.br/2007/livrosvideos.php
Fonte:http://www.sobenh.org.br/page10.aspx

